suspiro

 
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de um refúgio…
de um abraço
de um sossego
de um aconchego
de um suspiro
de um respirar….
há… saudades…
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a vida é uma brincadeira

DATA: 05/09/2006 3ª

Comunicologia: Telepatia

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Vários adultos, alguém muito especial e crianças brincando com fantasias coloridas, máscaras de papel machê e chapéus que trocavam entre si, eles se divertiam e sorriam. Vi meu filho que estava a se divertir também. Este estava de palitó e gravata, mas as calças e sapatos eram de palhaço.
O lugar era um anfiteatro com palco e poltronas para o espetáculo, mas no decorrer da apresentação foi se transformando em um casarão dos antigos com vários níveis e escadas onde os ‘atores’ se apresentavam. A alegria aqui imperava.
Haviam fitas que desciam do teto parecido com os circos que conhecemos.

Extrafísico(projetada – semi-consciente)

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Estação

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no passado
não mais
iam e vinham
os trens
não mais
iam e vinham
pessoas
não mais
iam e vinham
não mais…

 

 

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Macrobiótica e vegetarianismo

Existe por vezes a ideia de que a Macrobiótica e o vegetarianismo se regem pelos mesmos princípios, o que não é verdade – o regime macrobiótico, sendo predominantemente de origem vegetal, não é necessariamente vegetariano, pois o uso de produtos animais (principalmente peixe) é aceitável. Os seus seguidores consideram-na uma alimentação adequada ao meio ambiente, acompanhando o ritmo das estações do ano e respeitando a evolução físico-psíquica e biológica de cada um, bem como o seu próprio nível de discernimento. Esta dieta tem por base as leis naturais que regem o universo e é o reflexo da ordem do universo.
Os cereais integrais, particularmente o arroz, os vegetais, as leguminosas e algas marinhas são os alimentos básicos da cozinha macrobiótica, obedecendo a sua preparação ao princípio universal Yin-Yang, adequado ao equilíbrio do Homem-Natureza e ao ritmo das estações. Outros alimentos, tais como as frutas e produtos animais, são incluídos em maior ou menor quantidade consoante a época do ano, clima, circunstância e condição ou actividade individuais.

Equilíbrio entre alimentos yin os yang
A palavra Macrobiótica foi utilizada por filósofos gregos como Hipócrates e na era moderna primeiro no século XVIII por Christoph Von Hufeland, professor de medicina alemão e médico pessoal de Goethe, que escreveu o livro “Macrobiótica, ou a Arte de prolongar a Vida”, onde prescreveu recomendações muito semelhantes às da “macrobiótica moderna”.
Nos finais do séc. XIX um médico do exército japonês, Sagen Ishisuka, que se curou duma doença de rins intratável pela medicina moderna adoptando um regime alimentar baseado em cereais integrais e vegetais, fundou a primeira organização macrobiótica e foi extremamente famoso no Japão nos finais do século XIX e início do século XX. Para Ishizuka todos os problemas de saúde e sociais tinham como origem uma má nutrição, particularmente um desequilíbrio entre sódio e potássio nos alimentos e, para ele, todos os problemas podiam ser corrigidos adoptando uma prática alimentar de acordo com a constituição biológica humana, em especial a utilização de cereais integrais e vegetais como alimentos predominantes.
O trabalho de Ishizuka foi continuado e desenvolvido por George Ohsawa, escritor americano de ascendência nipónica, que acreditou ter sido a alimentação macrobiótica a responsável pela cura da tuberculose de que sofria. Nos anos 30 este escritor trouxe os seus ensinamentos para a Europa, em especial para a França e Bélgica. Ohsawa prescrevia segundo a condição individual, pois para ele praticar macrobiótica era comer de acordo com as necessidades em constante mutação de cada um.
Nascia assim uma nova era da nutrição, em estreita relação com a filosofia Zen. Chamaram-lhe dieta macrobiótica (do grego, macro = grande e bio = vida) por acreditarem que aqueles que a seguissem teriam uma longa vida sem doenças.
A dieta macrobiótica está assente num conceito da filosofia chinesa, segundo a qual existem na natureza duas forças opostas que se complementam: yin (força feminina) e yang (força masculina). Os discípulos da macrobiótica acreditam que a saúde e a harmonia do corpo e do espírito dependem do equilíbrio entre estas duas forças.
Uma vez que os alimentos nos são oferecidos pela natureza, também eles são portadores das forças yin e yang. Os macrobióticos procuram um aumento do bem-estar físico através da ingestão de alimentos que tenham um bom equilíbrio das duas forças, ou seja, que não tenham uma predominância de nenhuma delas. Os alimentos que têm este equilíbrio são denominados alimentos neutros, e representam a base da alimentação macrobiótica.

– Alimentos neutros, ou seja, com um bom equilíbrio yin/yang:
Cereais integrais (arroz, aveia, cevada, milho, centeio, trigo, trigo sarraceno, painço, etc.)
Sementes (de gergelim ou sésamo, de girassol, de abóbora, linhaça, etc.)
Legumes

– Alimentos yin:
Álcool
Açúcar
Mel
Café
Chá
Ervas aromáticas e especiarias
Óleo, azeite, gorduras sólidas e vinagre
Sumos de legumes e de frutas frescas

– Existe ainda um grupo de alimentos que, apesar de yin, não o são de forma tão marcada, quanto os anteriores. São por isso chamados de alimentos yin intermédios, e situam-se entre os alimentos yin e os alimentos neutros:
Fruta fresca
Frutos secos
Algas
Cogumelos
Legumes de folha verde
Leguminosas (feijões, incluindo a soja, ervilhas, lentilhas)
Iogurte
Kefir

– Alimentos yang:
Carnes vermelhas
Caça
Ovos
Queijos curados
Sal
Miso e tamari

– Alimentos que se situam entre os predominantemente yang e os neutros são os alimentos yang intermédios:
Carnes brancas
Pescado (peixe, crustáceos, moluscos)
Queijos pouco curados (frescos)
Leite e natas

Ao aderir a uma dieta macrobiótica é suposto evoluir-se ao longo de 7 níveis. Os primeiros níveis para um principiante consistem, basicamente, em eliminar os alimentos yin e yang e manter um consumo preferencial de alimentos neutros e intermédios.
Gradualmente vão-se eliminando também os alimentos intermédios até alcançar o nível 7, que consiste em comer apenas arroz integral (definido como o alimento perfeito). Este extremo da macrobiótica é raramente conseguido, e pelas deficiências nutricionais que apresenta (pobre em calorias totais, proteínas, gorduras, vitamina B12, vitamina D, ferro) não deve ser incentivado. Várias mortes foram causadas por esta forma radical da macrobiótica.
Do ponto de vista nutricional a dieta macrobiótica, nos seus princípios básicos e em níveis pouco avançados, apresenta benefícios inegáveis para a saúde. Por ser pobre em calorias e gorduras saturadas e rica em fibras pode ajudar a reduzir o risco de obesidade, colesterol elevado, hipertensão arterial, diabetes, prisão de ventre e, provavelmente, alguns tipos de cancro.
No entanto, à medida que se eliminam determinados alimentos (leite e derivados, leguminosas, produtos derivados da soja e frutas), as carências podem tornar-se graves.
Nas crianças e adolescentes podem verificar-se atrasos de crescimento, subnutrição e raquitismo. A anemia também é vulgar. As mulheres grávidas e a amamentar deverão ter cuidado e evitar os extremos da alimentação macrobiótica, para não comprometerem a sua saúde e o perfeito desenvolvimento da criança. Anemia, atraso do crescimento do bebé e osteoporose são algumas das prováveis consequências de um regime macrobiótico levado demasiado a sério.

Referências:
http://www.e-macrobiotica.com/

Copyright Centro Vegetariano. Reprodução permitida desde que indicando o endereço: http://www.centrovegetariano.org/Article-147-Alimenta%25E7%25E3o%2BMacrobi%25F3tica.html

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Arroz Parboilizado

Alguém sabe a diferença entre o arroz branco e o parboilizado
Wikipédia:

Denomina-se arroz parboilizado o arroz que sofreu processo de parboilização.
A palavra parboilizado tem origem no inglês “parboiled”, união das palavras “partial” e “boiled”, literalmente “parcialmente fervido” – descrição aproximada do processo industrial referido. A parboilização é o processo hidrotérmico no qual o arroz em casca é imerso em água potável a uma temperatura acima de 58°C, seguidos de gelatinização parcial ou total do amido e secagem.
O que isso significa? Significa que o arroz, durante o processo de parboilização, sofre um pré-cozimento, em que os nutrientes do pericarpo são parcialmente passados para a cariopse do grão. O arroz parboilizado é naturalmente mais nutritivo, pois nenhum composto químico é adicionado ao processo. Seu sabor característico e seu tom amarelado são decorrentes da mudança da estrutura do amido e fixação dos nutrientes, o que indica que o arroz parboilizado tem preservadas suas propriedades nutritivas naturais.

 
Embrapa informa:
A parboilização é realizada através de três operações básicas:
1. Encharcamento: o arroz em casca é colocado em tanques com água quente por algumas horas. Neste processo, as vitaminas e sais minerais que se encontram na película e germe, penetram no grão à medida que este absorve a água.
2. Gelatinização: Processo Autoclave – o arroz úmido é submetido a uma temperatura mais elevada sob pressão de vapor, ocorrendo uma alteração na estrutura do amido. Nesta etapa, o grão fica mais compacto e as vitaminas e sais minerais são fixados em seu interior.
3. Secagem: O arroz é secado para posterior descascamento, polimento e seleção.
Suas vantagens são:
– Rico em vitaminas e sais minerais, devido ao processo de
parboilização;
– Quando cozido, fica sempre soltinho;
– Rende mais na panela;
– Requer menos óleo no cozimento;
– Pode ser reaquecido diversas vezes, mantendo suas propriedades;
– Alto grau de higiene no processo de industrialização;
– Conserva-se por mais tempo.
– Não usa produtos químicos
Detalhe: O Brasil detém a tecnologia de parboilização mais avançada do mundo!
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medos

27/08/2010
Tive um sonho neste dia e após algumas análises tirei a seguinte conclusão: Eu não tenho mais estes medos:

1. Muro alto de pedras que: poderia cair em/por cima de mim, que represente uma barreira, limitações, medo de altura, estar por cima de… etc.;
    Transponho-o com facilidade até voar por cima.
2. Perder documentos (roubo) ou esquecer a bolsa(distração): dinheiro, e objetos pessoais;
    Presto mais atenção na minha bolsa, mantenho-a sempre do meu lado.
3. Que alconteça algo de ruim para minha neta;
    Tomo atitutes que possam facilitar e protegê-la.
4. Que não possa dar conhecimento o suficiente para minha neta;
    Educação sobre a vida e as experiências que tive até onde ela possa captar.
5. Ficar sem gasolina…
    Mantenho o tanque cheio.
6. Ter problemas com o carro.
    Comprar carro novo.
7. Dessoma de minha mãe.

    Além dos telefonemas semanais… ir visitá-las mais vezes.


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Lua

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A luz da lua
ilumina a rua
que rua…

cheia de atalhos
poeira
sem beira

carros que
competem
se esqueiram
se esquivam
se batem

que passam para lugare…. seus lares

os seres que pensam, agem…

cançados, entregues…
ao embaraço do transito, complicado e pesado …

não somos…. estamos sós, pensamentos que saem do íntimo, do ego

brotam… como brotos que rasgam, rasgam e mesclam em mil venturas
de sonhos e desejos

penso que qualquer lugar é um lugar… para se viver….
então como mutantes…. mudamos
temos de mudar pois o tempo não pára: transcende

a lua… que lua?

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